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Atitude defendida por União Europeia e Estados Unidos pode encerrar a pandemia da covid-19 para todos os países

Grosso modo, patentes são uma garantia de direitos ao responsável por uma descoberta.
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Em um movimento histórico, grandes lideranças mundiais se manifestaram em favor da quebra de patentes das vacinas contra a covid-19, ainda que temporariamente. Na prática, isso significa que as “fórmulas” poderiam ser reproduzidas por aliados.

Grosso modo, patentes são uma garantia de direitos ao responsável por uma descoberta. Nesse caso, por exemplo, a Pfizer detém a patente de sua vacina, o que impede que outros laboratórios reproduzam a sua “fórmula” sem pagar os devidos valores. Isso vale para todos as vacinas.

O que Estados Unidos, Rússia e várias lideranças da União Europeia defendem agora é que essas patentes sejam suspensas, a fim de agilizar a produção e distribuição de vacinas, especialmente para os países mais pobres.

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Se essa discussão avançar, a expectativa de vacinação aumenta e o prazo para a vacinação cai. Com mais produção e distribuição de vacinas, mais pessoas são vacinadas. A ideia esbarra em alguns fatores, especialmente financeiros, já que a indústria farmacêutica poderia perder dinheiro.

O Brasil, que sofre para adquirir doses da vacina e imunizar sua população, se posicionou contra a quebra de patentes. Alinhado ao governo Trump, Bolsonaro agora precisa decidir se vai permanecer com essa ideia ou se vai mergulhar na nova proposta.

A ideia de quebra de patente foi proposta por países como Índia e África do Sul, e vem ganhando força. O entendimento geral é de que é preciso que o mundo inteiro saia da pandemia para que a crise global comece a ser encarada.

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Via: g1.globo.com

Sobre o Autor

Roberta R

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